1 month ago with 5,592 notes
originally vodklys


1 month ago with 619,232 notes
originally landscapre


1 month ago with 14 notes
originally izamagia


1 month ago with 70 notes
originally conyooo


Eu nunca vi uma nação sequer que pudesse somar coisas excepcionais que foram trazidas através do esporte. Raras exceções, como estrelas solitárias, saem da miséria, escapam do desamparo da própria consciência que muitas vezes joga a si mesmo pra baixo, e se tornam exemplos, semideuses e inspirações de vida magníficas. Ayrton Senna disse que a gente programa a vida, mas que tudo muda a todo instante, e isso nos torna insignificantes quando se trata do curso natural do universo. Em campo, numa pista de corrida, por assistir e presenciar os patrocínios e salários astronômicos, não há mesmo muito o que ressaltar quando mais de um terço da população passa fome, quando alguns ainda nem sabem ler as manchetes dos jornais. No entanto, todo e qualquer tipo de sistema ainda tem uma mente humana por trás. Uma mente humana que cede, que é sentimental e emotiva, que grita enquanto chora, que, às vezes, exemplifica tudo aquilo que a gente sonhou em ser um dia. Hoje, David Luiz traduziu o lado bom do esporte e trouxe à tona uma pancada emocional em metade da nação. Mesmo aqueles que não gostam da copa cederam de joelhos ao ouvi-lo dizer que não queria nada além de dar alegria ao próprio povo, um povo que já sofre por  inúmeras coisas, que também cansa, que corre muito mais do que noventa minutos pra tentar chegar a alguma posição na vida. David Luiz mostrou o altruísmo em sua forma mais pura e inocente, a ponto de fazer seu choro se tornar o choro daqueles que, além da Copa, pediram (e pedem) por um país mais solidário, atencioso e dedicado com seu próprio povo. O futebol em si não trouxe coisas produtivas ao país, gastos bilionários, viadutos suicidas, operários com vidas roubadas pela ganância de empreiteiras que mais pensam no próprio nome do que nos nomes miseráveis que estão no sol de duas da tarde batendo concreto, marretando imensas vigas de ferro. Em compensação, expôs o sentimento humano por trás de toda a baderna, todo o ódio de um black bloc, toda a fome de um morador de rua, na voz inconformada de David Luiz. Uma pessoa que, muito mais que um jogador de futebol, tem na carne os prazeres e as dores de ser brasileiro.

Eu nunca vi uma nação sequer que pudesse somar coisas excepcionais que foram trazidas através do esporte. Raras exceções, como estrelas solitárias, saem da miséria, escapam do desamparo da própria consciência que muitas vezes joga a si mesmo pra baixo, e se tornam exemplos, semideuses e inspirações de vida magníficas. Ayrton Senna disse que a gente programa a vida, mas que tudo muda a todo instante, e isso nos torna insignificantes quando se trata do curso natural do universo. Em campo, numa pista de corrida, por assistir e presenciar os patrocínios e salários astronômicos, não há mesmo muito o que ressaltar quando mais de um terço da população passa fome, quando alguns ainda nem sabem ler as manchetes dos jornais. No entanto, todo e qualquer tipo de sistema ainda tem uma mente humana por trás. Uma mente humana que cede, que é sentimental e emotiva, que grita enquanto chora, que, às vezes, exemplifica tudo aquilo que a gente sonhou em ser um dia. Hoje, David Luiz traduziu o lado bom do esporte e trouxe à tona uma pancada emocional em metade da nação. Mesmo aqueles que não gostam da copa cederam de joelhos ao ouvi-lo dizer que não queria nada além de dar alegria ao próprio povo, um povo que já sofre por  inúmeras coisas, que também cansa, que corre muito mais do que noventa minutos pra tentar chegar a alguma posição na vida. David Luiz mostrou o altruísmo em sua forma mais pura e inocente, a ponto de fazer seu choro se tornar o choro daqueles que, além da Copa, pediram (e pedem) por um país mais solidário, atencioso e dedicado com seu próprio povo. O futebol em si não trouxe coisas produtivas ao país, gastos bilionários, viadutos suicidas, operários com vidas roubadas pela ganância de empreiteiras que mais pensam no próprio nome do que nos nomes miseráveis que estão no sol de duas da tarde batendo concreto, marretando imensas vigas de ferro. Em compensação, expôs o sentimento humano por trás de toda a baderna, todo o ódio de um black bloc, toda a fome de um morador de rua, na voz inconformada de David Luiz. Uma pessoa que, muito mais que um jogador de futebol, tem na carne os prazeres e as dores de ser brasileiro.


1 month ago with 62 notes
originally cabelodedylan


1 month ago with 24,048 notes
originally cirandadeincertezas


1 month ago with 750 notes
originally bahtmun


1 month ago with 1,536 notes
originally kakahsi

As pessoas não se apaixonam muito hoje em dia. Elas preferem estudar, ganhar dinheiro e viver outras experiências. Faça uma enquete rápida e concluirá que quase ninguém crê no amor. Quando mais você sabe da vida, menos você se apaixona. A paixão nasce da ignorância: quanto menos sei sobre você, e mais eu quero saber, mais vulnerável eu fico. Só que atualmente ninguém mais quer saber de ninguém, além de si mesmo. Todos uns cínicos.
Gabito Nunes  (via florejaram)

1 month ago with 31,409 notes
originally gabitonunes

OUR HERO NO MATTER WHAT 


1 month ago with 860 notes
originally louislloyd

theme by heloteixeira